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Charlotte, Jane, Serge.




Gosto dos discos da Charlotte Gainsbourg. O primeiro, 5:55, produzido pelo Air, era mais fofo. O segundo, IRM, parceria com o Beck me decepcionou um pouco mas continuo gostando dela. Mas quando vejo ela no cinema, em filmes como “Anticristo” de Lars von Trier, fico incomodada e hoje descobri porque: li uma definição perfeita, de que “seu rosto é uma história de amor”. É isso! Ela é a mistura pertubadora dos pais, Jane Birkin e Serge Gainsbourg…
